terça-feira, 19 de junho de 2012
Os 7 maiores encontros históricos de personalidades
terça-feira, 12 de junho de 2012
Os 6 bandidos mais famosos na história
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sexta-feira, 18 de maio de 2012
Os 5 vilões mais fujões de história

Osama bin Laden, foi fundador e líder da organização jihadista da Al-Qaeda, uma rede terrorista global responsável pelos ataques de 11 de setembro de 2001 contra os Estados Unidos, além de muitos outros atos homicidas em massa contra alvos civis e militares.
Tanto Bill Clinton quanto George W. Bush tentaram capturar Osama durante seus mandatos, sem sucesso. Foi o atual presidente Barack Obama quem anunciou, no dia 2 de maio de 2011, que o líder terrorista estava morto. Osama Bin Laden foi encontrado escondido em uma mansão em Abbottabad, Paquistão. No dia 1o, uma pequena equipe de soldados realizou uma ofensiva contra a casa que servia de esconderijo, mataram Osama e tomou posse de seu corpo, que foi mais tarde sepultado no mar
Ditador cruel do Iraque de 1979 até 2003, Saddam Hussein usou o medo e o terror para permanecer no poder. Ele usou armas químicas contra os curdos no Iraque e gases venenosos contra cerca de 5 mil pessoas na cidade de Halabja, no norte do Iraque em 1988.
Saddam ordenou que as tropas iraquianas invadissem o Kuwait em 1990, desencadeando a Guerra do Golfo Pérsico, em que as tropas militares dos EUA repeliram os iraquianos.
Saddam fugiu de Bagdá após os Estados Unidos atacaram o Iraque, em março de 2003. Ele foi localizado no dia 13 de dezembro de 2003, escondido num buraco de um edifício em al-Dwar, perto de sua cidade natal, Tikrit.
Saddam foi julgado e condenado à morte. No dia 30 de dezembro de 2006, foi enforcado.

Esse dispensa comentários – no mau sentido. Adolf Hitler foi o chanceler da Alemanha em 1933 e seu “fuhrer” (“líder”) de 1934 até 1945. Durante seu governo, Hitler ordenou que dezenas de milhões de pessoas fossem condenados à morte com base em suas crenças religiosas, aparência física ou orientação sexual.
Em 30 de abril de 1945, quando as tropas soviéticas se aproximavam de seu escritório em Berlim, Hitler cometeu suicídio ingerindo uma cápsula de cianureto e dando um tiro nele mesmo.

O líder do Khmer Vermelho (Partido Comunista do Camboja) e primeiro-ministro do país entre 1976 e 1979, Pol Pot impôs a sua visão do comunismo para o povo do Camboja, sentenciando cidadãos ao trabalho escravo e matando um número estimado de 2 milhões deles no processo. Ele ordenou execuções em massa em locais conhecidos como “campos de morte”, onde os mortos eram despejados em valas comuns.
Depois de fugir para a Tailândia, em 1985, e depois para a China, Pol Pot foi finalmente julgado por um de seus inúmeros assassinatos em 1997. Ele teria morrido de insuficiência cardíaca no ano seguinte, sob prisão domiciliar, mas alguns acreditam que ele cometeu suicídio para evitar ser responsabilizado por suas atrocidades.

O quinto imperador romano, Nero, ficou conhecido por mandar queimar seguidores do cristianismo no seu jardim à noite para criar uma fonte de luz. Nem sua mãe escapou da morte, encomendada por ele mesmo. No ano de 64 d.C., um grande incêndio devastou Roma, e rumores se espalharam de que Nero tinha posto fogo na cidade de propósito para que ele pudesse reconstrui-la em estilo grego, a seu bel-prazer.
Após diversas rebeliões, Nero foi destituído do poder e declarado inimigo público pelo Senado romano. Ele fugiu e se escondeu no sul de Roma. Com o cerco militar se aproximando de seu esconderijo, cometeu suicídio se esfaqueando na garganta em 68.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
As 7 cidades perdidas redescobertas
Os seres humanos tem mania de imaginar o passado como “maior” que o presente; isso porque nos parece que os antigos tinham algum conhecimento que nós perdemos. Tal ideia é reacendida por descobertas arqueológicas esplêndidas de cidades importantes que ninguém sabia que existiam antes. Cidades sempre caíram em desuso por uma variedade de razões, e sem uma população residente, ficaram perdidas na história por séculos até serem redescobertas. Confira essa lista que se concentra em cidades que foram abandonadas, esquecidas e redescobertas mais tarde
1 Pavlopetri – Grécia
ACOMPANH
Sempre que cidades perdidas são discutidas, Atlântida vem à mente. Embora não haja uma forte evidência de que Atlântida realmente existiu, além do conto alegórico de Platão, muitas cidades sofreram o destino suposto de Atlântida: ser engolida pelo mar. Pavlopetri era uma cidade pré-Grécia Clássica, que foi erguida na Idade da Pedra e persistiu até 1.000 a.C. O local submerso ofereceu aos arqueólogos uma perspectiva única sobre a vida no momento. A cidade foi provavelmente submersa pela elevação dos mares e a subsidência do solo causada por terremotos. Como o nível do mar oscilou muito ao longo da existência humana, é provável que outros locais existam nos oceanos aguardando descoberta.
2 Palácio Cliff – EUA
O povo Pueblo, nativos americanos do sudoeste dos EUA, são nomeados pelas aldeias (Pueblos) que construíram. Embora existam comunidades pueblos ainda hoje, o Anasazi, uma sociedade pluebo antiga, floresceu entre 900 e 1200 d.C. “Cliff Palace” (Palácio Cliff) foi construído nesta época de ouro dos Anasazi; a maioria dos edifícios é datado de 1.200 d.C. A ocupação do local foi de curta duração e abandonada por volta de 1.300 d.C. Ele permaneceu desconhecido no deserto até 1888.
O nome do local é meio equívoco, já que é mais como uma aldeia do que o que nós entendemos como um palácio. Embora a razão para o abandono da área não seja certo, a teoria amplamente aceita é que a primeira das grandes secas, que tem sido associada ao colapso da idade de ouro Anasazi, interrompeu a agricultura em toda a região.
Akrotiri – Santorini

A civilização minóica de Creta é nomeada em homenagem ao mítico rei Minos, construtor do labirinto. Há pouco material escrito da civilização, então não sabemos como eles chamavam a si mesmos. A civilização inteira foi esquecida até a virada do século 20. Com a descoberta do grande palácio de Cnossos, as glórias dos minóicos foram redescobertas.
Mas, em vez do conhecido Cnossos, nessa lista está um posto avançado dessa civilização, Akrotiri, que fica na ilha de Santorini. Santorini, ou Thera, é a casa do vulcão Thera. Pensa-se agora que a explosão de Thera, por volta de 1.600 a.C., uma das maiores erupções na história, provocou o colapso do império. A descoberta de Akrotiri, em 1967, trouxe à luz frescos excepcionalmente bem preservados, casas de até três andares, e um complexo planejamento. O sistema de abastecimento de água sugere que o povo de Akrotiri tinha acesso a água corrente quente e fria, com a água quente fornecida pelo vulcão que os destruiu.
4 Tikal – Guatemala
O local foi ocupado entre 200 e 900 d.C. Graças à preservação quase perfeita da cidade, se sabe muito sobre a grandeza de Tikal no seu auge, assim como os reis poderosos que governaram lá. Enquanto o local é, por vezes – como outras ruínas do Novo Mundo – listado como “misteriosamente” abandonado, pesquisas mostram que a terra não poderia suportar o grande número de pessoas reunidas lá. O abandono ocorreu ao longo de vários anos, e a cidade foi deixada para as selvas.
Parece, no entanto, que alguns moradores sabiam da sua existência durante esses anos, e rumores de uma cidade perdida na área persistiram. A primeira expedição organizada a cidade ocorreu em 1848. O que eles encontraram foi um dos maiores sites de sobreviventes do Novo Mundo. Existem pirâmides de até 70 metros de altura, palácios reais, monumentos e uma arena para jogar um jogo de bola maia.
5 Timgad – Argélia
Timgad é a cidade perdida arquetípica das histórias de aventura. No passado uma cidade vibrante, fundada no deserto por ordem do imperador Trajano, sobreviveu às revoltas do império e cresceu a uma cidade de comércio de grande porte. No século 5, renasceu como um centro da vida cristã. No século 7, vândalos levaram ao completo abandono da cidade. Nisso, as areias do Saara cobriram o local e o preservaram até sua redescoberta, em 1881. Agora, as ruínas da cidade dão um insight brilhante sobre cidades romanas das províncias africanas. As ruas seguem um design perfeito, como seria de esperar de uma cidade construída sob encomenda. Hoje, pode-se ver o arco de Trajano, os locais de banhos e o templo de Júpiter. O templo é tão grande quanto o panteão em Roma, mostrando a importância da cidade. No fórum, lê-se a inscrição: “Para caçar, tomar banho, jogar e rir. Esta é a vida!”.
6 Machu Picchu – Peru
Nenhuma lista de cidades perdidas está completa sem Machu Picchu. Esta cidade inca fica em um pico nos Andes. Foi apenas habitada por um curto período de tempo, de 1450 a 1572 d.C., antes de ser abandonada como resultado da conquista espanhola da América do Sul. Como os espanhóis nunca encontraram a cidade, e moradores não revelaram a sua localização, Machu Picchu só chamou a atenção do Ocidente no início do século 20. Ainda há debate sobre a “função” de Machu Picchu: seria um retiro real, um santuário religioso?
Hoje, é fácil chegar até lá, com ônibus e trens regulares. Isto levou a preocupações sobre a sustentabilidade de um grande número de visitantes, no entanto, dadas as vistas maravilhosas e as ruínas esplêndidas, não dá pra deixar de ir até a região.
7 Mohenjo-daro – Paquistão

Junto com as civilizações egípcia e mesopotâmica, a civilização do Vale do Indo é considerada uma das mais antigas do mundo. A civilização do Vale do Indo atingiu o seu pico cerca de 2000 a.C., embora seja consideravelmente mais velha.
Ciência, comércio, artesanato, religião e agricultura progrediram notavelmente. A natureza avançada desta civilização pode ser vista em Mohenjo-daro, com as suas ruas ordenadas e sistema de drenagem. Ao contrário de outros locais desta lista, não há palácio ou complexo, ou templo. Isso levou alguns a considerar a civilização do Vale do Indo como igualitária, no entanto sabemos muito pouco das pessoas que viviam em Mohenjo-daro, de modo que tal declaração não é definitiva. A inundação parece ter destruído a cidade, e novas cidades foram construídas diretamente sobre as ruínas. O que causou seu abandono final não é claro, mas ocorreu por volta de 1800 a.C. Mohenjo-daro só foi redescoberta em 1922.
(fonte: hypescience.com)quinta-feira, 3 de maio de 2012
As 7 invenções que nasceram em períodos de guerra
O computador, o leite condensado e o laser são alguns exemplos de invenções que surgiram em momentos nos quais os homens estavam em guerra.
No início da década de 1990, a rede mundial de computadores acabou se popularizando de forma avassaladora, tornando-se, talvez, a mais importante de todas as invenções tecnológicas já surgidas durante uma guerra.
Segundo dados do Internet World Stats (site americano com estatísticas atualizadas de internet), mais de 40% da América do Sul está conectada ao mundo, totalizando 162 milhões de pessoas. "Creio que o próximo avanço nessa área é o conceito de nuvem, que já está explorado pelo Google. Em um futuro próximo, seus dados e arquivos não ficarão mais no seu computador, fisicamente, mas sim na rede", afirma Cesar De Rose, professor de Ciências da Computação da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.
A Raytheon comprou a ideia e lançou o primeiro microondas, que pesava 340 quilos e custava algo em torno de 2 mil dólares. "A grande maioria dos alimentos contém água, e esse forno gera ondas que são absorvidas pelas moléculas dos alimentos e mais facilmente pelas moléculas de água. É assim que os alimentos são esquentados", explica Sergio Vitorino, professor do departamento de Física da Universidade Federal do Espírito Santo.
3Panela de teflon
Em 1945, a invenção recebeu o nome de teflon. Os primeiros usuários do novo produto foram os militares americanos, que aplicaram o teflon para revestir tubos e vedações na produção de material radioativo para a primeira bomba atômica. Com o fim da Segunda Guerra, a substância passou a ser usada para os mais diversos fins, como o revestimento de panelas.
Outro subproduto da Guerra Fria. Engenheiros da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, desenvolveram em 1946 um aparelho chamado Eniac, para auxiliar nos cálculos de artilharia. A máquina tinha mais de 2 m de altura e ocupava uma área de 15 m por 9 m, e o "modesto" custo de US$ 400 mil. Mal sabiam eles que a invenção invadiria lares e ultrapassaria a marca de um bilhão em 2008, com projeção de chegar a 2 bilhões em 2014!
Segundo o professor de Ciências da Computação da PUCRS Cesar De Rose, "a grande evolução dos computadores ao longo dos anos não se deu em seu tamanho, capacidade ou custo, mas sim de maneira indireta, no software empregado. Pois o potencial dos computadores só é realmente explorado através do software". Ou seja, embora os computadores de 2011 sejam mais baratos, rápidos e portáteis que aqueles verdadeiros "monstros" de décadas passadas, o diferencial mesmo foi a facilidade que os sistemas operacionais foram oferecendo aos seus usuários, permitindo que qualquer pessoa maneje um computador de maneira simples.
Durante a Guerra Franco-Prussiana (1870-1871), o então imperador da França Napoleão III, sobrinho de Napoleão Bonaparte, ofereceu um prêmio para quem conseguisse encontrar um substituto bom e barato para a manteiga, na época um produto caro e escasso.
Segundo a Associação Nacional de Margarina Manufaturada dos Estados Unidos, entidade criada com intuito de auxiliar no consumo moderado do produto, não demorou muito para que Hippolyte Mège-Mouriès, um químico francês, levasse o prêmio, em 1869, ao inventar o oleomargarina, que mais tarde viria a se chamar apenas de margarina.
Com preço mais acessível e sabor razoável, a margarina serviu tanto para abastecer as tropas de Napoleão durante a guerra como para oferecer uma opção de custo barato aos franceses mais pobres.
Em um tempo em que as mulheres usavam panos e objetos similares para sua menstruação, não demorou muito para as enfermeiras perceberem que o novo papel-absorvente da Kimberly poderia também ser usado com esta finalidade. A empresa redesenhou o produto, transformando-o no absorvente que as mulheres usam hoje.
Em 1960, um físico estado-unidense chamado Theodore H. Maiman montou o primeiro laser (cuja sigla em inglês significa Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation, ou seja, Amplificação da Luz por Emissão Estimulada de Radiação). Segundo a professora do departamento de Física do CTC/PUC-Rio, Isabel Cristina dos Santos, "de um modo simplificado, o laser é uma luz amplificada, que tem uma cor só e com comprimento de onda bem definido". Atualmente, o laser é aplicado para diversos fins, como na indústria, na soldagem de carros e na medicina, como em cirurgias ópticas e de remoção de pedra nos rins.
(fonte: humorwx.com)
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Os 7 homens mais inteligentes da história
O Quociente Intelectual médio da humanidade está entre 85 e 120 pontos; William James Sidis, Goethe e Voltaire possuíam valores entre 300 e 190. Os valores de QI mostrados aqui para cada pessoa são o resultado de uma pesquisa de registros históricos: da herança biológica, da infância e juventude e dos feitos desses homens. Este método, amplamente utilizado e respeitado pela comunidade científica, é conhecido como historiometria.

1William James Sidis (1898 - 1944) QI=300 - O jovem James podia ler o New York Times quando tinha apenas 18 meses, e aos oito anos falava 8 idiomas além do inglês (latim, grego, francês, russo, alemão, hebreu, turco, e armênio), e aos 7 anos inventou um, o Vendergood. Na idade adulta, foi estimado que ele pudesse falar mais de 40 idiomas, e aprender uma língua nova em uma semana. Faleceu em 17 de julho de 1944 aos 46 anos de uma hemorragia cerebral. Seu pai havia morrido da mesma maneira em 1923, aos 56 anos..

2Johann Wolfgang von Goethe (1749-1832) QI=210 - Novelista, dramaturgo, poeta, cientista, geólogo, botánico, anatomista, físico, historiador de ciências, pintor, arquiteto, desenhista, economista, filósofo humanista e, durante dez anos, servidor público do Estado alemão de Weimar.

3Voltaire (1694-1778) QI=190 Escritor e filósofo francês que figura como um dos principais representantes do Iluminismo. Ele foi um defensor aberto da reforma social apesar das rígidas leis de censura e severas punições para quem as quebrasse. Um polemista satírico, ele frequentemente usou suas obras para criticar a Igreja Católica e as instituições francesas do seu tempo.

4Isaac Newton (1643-1727) QI=190 - Físico, filósofo, inventor, alquimista e matemático inglês, autor dos Philosophiae naturalis principia mathematica, mais conhecidos como os "Principia", onde descreveu a lei de gravitação universal e estabeleceu as bases da mecânica clássica, mediante as leis que levam seu nome.

5Galileu Galilei (1564-1642) QI=185 - Astrônomo, filósofo, matemático e físico que esteve relacionado estreitamente com a revolução científica. Eminente homem do Renascimento, mostrou interesse por quase todas as ciências e artes ( música, literatura, pintura). Seus êxitos incluem a melhora do telescópio, grande variedade de observações astronômicas, a primeira lei do movimento.

6Leonardo da Vinci (1452-1519) QI=180 - Foi arquiteto, escultor, pintor, inventor, músico, engenheiro. Humanista italiano, considerado como um dos maiores pintores de todos os tempos e talvez a pessoa com os mais variados talentos da história.

7René Descartes (1596-1650) QI=180 - Filósofo, matemático e cientista francês. É considerado como o pioneiro da Filosofia Moderna e um dos pensadores mais importantes e influentes da História do Pensamento Ocidental. Em 1935 decidiu-se em sua honra chamar de "Descartes" uma cratera lunar.
(fonte: mdig.com.br)
quarta-feira, 18 de abril de 2012
As 7 igrejas mais famosas da Itália
(fonte: fulaninhaentreterimentos)
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Os 7 melhores franco atiradores (Snipers) da História
É claro que quando os Russos ouviram que dezenas de seus homens estavam sendo apagados, e que era só um cara com um rifle, eles ficaram assustados pra caralho. Ele ficou conhecido como a “Morte Branca” por causa de sua camuflagem branca, e eles chegaram a montar missões inteiras apenas para matar esse único cara. Eles começaram mandando uma força especial para achar Häyä e matá-lo. Ele matou a todos eles. Então eles tentaram juntar um grupo de counter-snipers (que são basicamente snipers que matam snipers) e os mandaram para eliminar Häyä. Ele eliminou todos também.
No decorrer de 100 dias, Häyä havia matado 542 pessoas com seu rifle. Ele derrubou mais 150 com sua metralhadora SMG, mandando sua contagem de corpos para mais de 705, um recorde universal que dificilmente será ultrapassado nessa nossa realidade.Já que todos os homens que eles tinham estavam ou muito assustados (sério, não tinha mais ninguém com coragem o suficiente para montar uma missão contra o garoto), ou muito mortos para chegar perto dele, os russos decidiram simplesmente bombardear todos os lugares onde acharam que ele poderia estar. Supostamente eles acertaram o local, e ele foi atingindo por uma nuvem de fogo que destruiu suas vestimentas e tudo ao seu redor, mas não o matou, por que ele é a maldita Morte Branca, é claro. Finalmente em 6 de Março de 1940, algum bastardo de sorte acertou Häyä na cabeça, com uma bala explosiva. Quando os outros soldados o encontraram e o levaram para a base, ele “tinha perdido metade da cabeça”. A Morte Branca havia finalmente sido abatida …… por mais ou menos uma semana. Apesar de ter sido diagnosticado com um caso severo de síndrome de-tiro-no-meio-da-cara, ele ainda estava bastante vivo e recuperou a consciência em 13 de Março, o mesmo dia em que a guerra acabou, Simo Häyä morreu em 2002, em sua casa, anos depois do seu “acidente”.
Alguns “detalhes” deixam a história dessa maquina mortífera ainda mais interessante. Um deles é o fato de ele não usar mira de atirador de elite. Sabe aquelas miras bonitinhas usadas pelos francos atirados? Simon não usava! Primeiro porque aquilo iria identificar sua posição, segundo porque ele era fodão demais para ficar usado esses apetrechos de auxilio. Outro detalhe que assusta é o fato que depois de bombardeado, Haya continuou a detonar com os russos mesmo completamente ferido, sem fazer curativos e com as roupas esfarrapadas, num frio desgraçado que faria qualquer um congelar mesmo com o casaco mais grosso e impermeável possível.
Enfim, pelo conjunto de habilidades como atirador e seu desempenho fora do comum, Simon Haya, o Morte Branca, ocupa a primeira e merecida posição.
2. Carlos Hathcock
Hathcock voluntariou para isso e em muitas missões, de acordo com o Los Angeles Times , os comandantes tinham de restringir-lhe “cotas” para fazê-lo descansar. Ele era o melhor. Hathcock teve 93 mortes confirmadas durante os dois turnos de vigilância, o número real pode ser maior. Com as “não confirmadas” Hathcock provavelmente ultrapassa as 100. No entanto, sua fama começou a atrapalhar, pois o odio pelo do seu inimigo era tanto que havia no Vietnã , uma recompensa equivalente a 30.000 dólares por sua cabeça. No final, nenhum sniper recompensa ou inimigo conseguiu derrubar Carlos Hathcock. Uma das histórias sobre Carlos diz que, certa vez ele cobriu 2km de terreno com grama durante quatro dias sem se alimentar e beber água direito. A área estava coberta de patrulhas, tanto que um vietcong pisou na sua perna (mas não sobreviveu tempo suficiente para gritar). Abateu um general vietcong a 800m e teve que fugir dos vietcongs que os procuravam. Na fuga derrubou mais um pelotão até conseguir um abrigo consideravelmente seguro. Ele morreu em 1999, aos 57 anos, abatido após uma batalha com esclerose múltipla.
3. Adelbert F. Waldron III
4. Francis Pegahmagabow
5. Lyudmila Pavlichenko
Em junho de 1941, os alemães lançaram a Operação Barbarossa atacando a União Soviética. Lyudmila estava estudando na Universidade de Kiev. Ela estava com 24 anos e se formando em História. Muitos dos estudantes russos apressaram-se em se. Lyudmila era um garota muito bonita. Quando ela se recrutou ela pediu para se juntar a infantaria e utilizar um rifle. O responsável pelo alistamento riu. Então ela mostrou um certificado de franco-atirador para provar que ela falava sério. Ele tentou dissuadí-la para tornar-se uma enfermeira, mas ela recusou. Ela recrutou-se na 25ª Divisão de Infantaria. Ela se tornou uma das duas mil mulheres snipers soviéticas das quais somente 500 sobreviveram a guerra. Como sniper, as duas primeiras mortes foram registradas próximas a Belyayevka. Seu rifle era um rifle Mosin Nagent com uma mira P.E. 4-power. O Mosin-Nagent era um rifle de 5 tiros. Ele disparava uma bala de 148 gr a uma velocidade de 853 m/s. Era muito útil para alvos a mais de 550 m. Pavlichenko lutou cerca de dois meses e meio próximo a Odessa. Lá, ela registrou 187 mortes. Os alemães tomaram controle de Odessa e a unidade dela foi direcionada a Svastopool na Península da Criméa. Em junho de 1942 ela foi ferida por um tiro de morteiro. Em maio de 1942, a tenente Pavlichenko foi citada pelo Conselho do Exército Vermelho por ter matado 257 alemães. O número total de mortes confirmadas de Pavlichenko durante a segunda guerra é de 309. Ludmila matou 36 snipers inimigos. Ela encontrou um livro de memórias de um sniper alemão que ela matou. Ele havia matado mais de 500 soldados soviéticos.Lyudmila considerada uma heroína, menos de um mês depois de ser ferida foi retirada de combate. Ela foi enviada ao Canadá e aos Estados Unidos. Ela se tornou a primeira cidadã soviética a ser recebida pelo presidente dos EUA. O presidente Roosevelt e sua esposa a receberam na Casa Branca. Lyudmila foi convidada por Eleanor Roosevelt a viajar pela América relatando suas experiências. Antes, ela foi condvidada a comparecer a Assembléia Internacional de Estudantes que estava acontecendo em Washington, onde ela foi recebida como heroína. Mais tarde ela participou de encontros e conferências em Nova York. No Canadá, ela foi presenteada com um rifle Winchester com mira ótica, o que está a mostra no Museu Central das Forças Armadas em Moscou. Quando ela estava voltando para a União Soviética, ela ganhou uma pistola Colt semi-automática. Ela foi promovida a Major, nunca retornou a vida militar e tornou-se uma instrutora de tiro. Ela treinou centenas de snipers soviéticos até o fim de guerra. Em 1943, ela recebeu a Estrela de Ouro (Gold Star), título de Herói da União Soviética. Lyudmila retornou a Universidade de Kiev. De 1945 a 1953, ela foi pesquisadora assistente da marinha soviética. Ela também esteve envolvida em numerosas conferências e congressos internacionais. Ela era ativa no Comitê soviético de Veteranos de Guerra.Lyudmila Pavlichenko morreu em 10 de outubro de 1974 aos 58 anos e está enterrada no Cemitério Novodevichiye em Moscou.
6. Vasily Zaytsev
7. Chuck Mawhinney
(fonte: queroaverdade)























