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terça-feira, 19 de junho de 2012

Os 7 maiores encontros históricos de personalidades

1Martin Luther King e Marlon Brando

2Marlon Brando e James Dean

3Charlie Chaplin e Albert Einstein

4Charlie Chaplin e Gandhi

5Paul Newman e Clint Eastwood

6Salvador Dalí e Walt Disney

7Sean Connery e Ian Flemming

(fonte: chefedocinema.com.br)

terça-feira, 12 de junho de 2012

Os 6 bandidos mais famosos na história


Al Capone

Não é mole fazer uma lista dos criminosos mais conhecidos. Afinal, sejam eles personagens lendários ou de carne e osso, a relação de foras-da-lei parece não ter fim! Para caber tudo aqui, tivemos que passar um peneira finíssima nos anais da criminalidade, até ficar com apenas seis meliantes que entraram para a história pela ousadia de seus atos ou por peculiaridades que os tornaram inconfundíveis. Alguns, paradoxalmente, até conquistaram a simpatia do povo! Com vocês, os baluartes imortais da vida bandida...
1AL CAPONE

O mais famoso gângster americano, Alphonse Capone (1899-1947) dominou o crime organizado na Chicago da Lei Seca, faturando alto com o mercado negro de biritas e mandando matar muita gente - como no brutal Massacre do Dia de São Valentim. Precoce, o pequeno Al inaugurou sua carreira de delitos na sexta série, quando largou a escola no Brooklyn para se juntar aos delinqüentes do bairro. Foi quando uma briga de rua deixou a marca no rosto que lhe valeu o apelido de Scarface (Cara de Cicatriz). Com 28 anos, sua fortuna, fruto também do jogo e da prostituição, era calculada em 100 milhões de dólares. Graças ao agente federal Eliott Ness, Al foi preso por evasão fiscal. Os Intocáveis (1987), com Robert de Niro na pele do gângster, é um momento clássico na vasta filmografia sobre o facínora.
2BARRABÁS
Todo mundo conhece a história do ladrão liberado da crucificação para dar lugar a Jesus Cristo. Mas pouco se sabe a respeito dessa figura fascinante, cujo nome em aramaico quer dizer "filho do pai" ou "filho do professor" (especula-se que seu pai era um líder judeu). Uma hipótese para sua condenação seria a participação num assassinato durante uma revolta contra o domínio romano em Israel - o que faria dele um revolucionário e não um larápio comum. Nem as escrituras sagradas dizem, nem os estudiosos da Bíblia sabem o que aconteceu com ele depois da sua libertação durante a festa da Páscoa. Mas Barrabás (1962), com Anthony Quinn no papel-título, imagina várias possibilidades no melhor estilo das superproduções hollywoodianas.
3ROBIN HOOD

Vilão ou herói? A resposta é fácil: o salteador inglês que atazanava a vida do xerife de Nottingham entrou para a história como um bandido do bem, que roubava dos ricos para dar aos pobres. Contemporâneo do rei Ricardo Coração de Leão, que comandou os destinos da Inglaterra no século XIV, Robin liderava um alegre bando de aventureiros que vivia aprontando contra os poderosos. Quando a coisa fervia, escondiam-se na floresta de Sherwood. Ainda hoje os historiadores discutem se ele existiu de verdade ou se é apenas fruto da fértil imaginação dos escritores medievais. Seja como for, a história rendeu dezenas de filmes bacanas, desde animações Disney ao clássico do capa-e-espada As Aventuras de Robin Hood (1938), uma das maiores atuações do grande Errol Flynn.
4BUTCH CASSIDY & SUNDANCE KID
Imortalizados pelos bonitões Paul Newman e Robert Redford no filme homônimo de 1969 (premiado com quatro Oscars, dois deles para a música genial de Burt Bacharach), eles formaram a mais conhecida dupla de assaltantes do Velho Oeste americano no final do século XIX. Também tinham um quê de Robin Hood e eram adorados pelos necessitados. Depois de muitos assaltos a bancos, fazendas e trens, fugiram para a América do Sul, onde continuaram sua vida de contraventores. Ninguém sabe ao certo como morreram, mas a versão oficial conta que foram surpreendidos pela polícia e fuzilados num vilarejo perdido nos confins da Bolívia, em 1909.
5LAMPIÃO
Virgulino Ferreira da Silva, o Rei do Cangaço, foi por muito tempo o inimigo número um da polícia nordestina. Sua carreira de fora-da-lei teve início em 1920, para vingar a morte do pai. Roubando, cobrando tributos de latifundiários e assassinando por encomenda ou vingança, ele viu sua fama correr todo o país. Para completar, foi anunciado como "enviado de Deus" pelo Padre Cícero e creditado como autor da imortal cantiga "Mulher Rendeira". Em 1938, depois de 18 anos no crime, sua vida chegou ao fim numa emboscada na Grota do Angico, interior de Sergipe. Lampião foi morto junto com a igualmente fascinante companheira Maria Bonita e boa parte da sua quadrilha. Sua cabeça, decepada, acabou exposta em praça pública. A clássica cinebiografia O Cangaceiro (1953) inaugurou uma série de filmes brasileiros dedicados ao cangaço - um número pequeno, porém, se comparado à sua presença na literatura de cordel.
6MADAME SATÃ


Ele era um negro de poucas palavras, que não gostava de brincadeiras e adorava vestir coletes e camisas de seda. O dândi pernambucano João Francisco dos Santos, vulgo Madame Satã, foi um dos mais célebres bandidos que o Rio de Janeiro já conheceu. Homossexual assumido e perito na navalhada, o que mais adorava era surrar policiais. Sedutor, conquistou a amizade de gente famosa, como os cantores Noel Rosa e Francisco Alves, mas se vangloriava de ter matado com uma rasteira um dos maiores gênios do samba, Geraldo Pereira. Apesar disso, o cartunista Jaguar disse dele: "Foi o meu herói e melhor amigo". A história desse transgressor com T maiúsculo, que nasceu em 1900 e passou 27 anos mofando atrás das grades, deu um dos melhores filmes brasileiros dos anos 70, A Rainha Diaba, e voltará a ser contada num longa-metragem com estréia prevista para este ano.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Os 5 vilões mais fujões de história

1 Osama bin Laden (1957-2011)

Osama bin Laden, foi fundador e líder da organização jihadista da Al-Qaeda, uma rede terrorista global responsável pelos ataques de 11 de setembro de 2001 contra os Estados Unidos, além de muitos outros atos homicidas em massa contra alvos civis e militares.

Tanto Bill Clinton quanto George W. Bush tentaram capturar Osama durante seus mandatos, sem sucesso. Foi o atual presidente Barack Obama quem anunciou, no dia 2 de maio de 2011, que o líder terrorista estava morto. Osama Bin Laden foi encontrado escondido em uma mansão em Abbottabad, Paquistão. No dia 1o, uma pequena equipe de soldados realizou uma ofensiva contra a casa que servia de esconderijo, mataram Osama e tomou posse de seu corpo, que foi mais tarde sepultado no mar

2Saddam Hussein (1937-2006)

Ditador cruel do Iraque de 1979 até 2003, Saddam Hussein usou o medo e o terror para permanecer no poder. Ele usou armas químicas contra os curdos no Iraque e gases venenosos contra cerca de 5 mil pessoas na cidade de Halabja, no norte do Iraque em 1988.

Saddam ordenou que as tropas iraquianas invadissem o Kuwait em 1990, desencadeando a Guerra do Golfo Pérsico, em que as tropas militares dos EUA repeliram os iraquianos.

Saddam fugiu de Bagdá após os Estados Unidos atacaram o Iraque, em março de 2003. Ele foi localizado no dia 13 de dezembro de 2003, escondido num buraco de um edifício em al-Dwar, perto de sua cidade natal, Tikrit.

Saddam foi julgado e condenado à morte. No dia 30 de dezembro de 2006, foi enforcado.

3Adolf Hitler (1889-1945)

Esse dispensa comentários – no mau sentido. Adolf Hitler foi o chanceler da Alemanha em 1933 e seu “fuhrer” (“líder”) de 1934 até 1945. Durante seu governo, Hitler ordenou que dezenas de milhões de pessoas fossem condenados à morte com base em suas crenças religiosas, aparência física ou orientação sexual.

Em 30 de abril de 1945, quando as tropas soviéticas se aproximavam de seu escritório em Berlim, Hitler cometeu suicídio ingerindo uma cápsula de cianureto e dando um tiro nele mesmo.

4Pol Pot (1925-1998)

O líder do Khmer Vermelho (Partido Comunista do Camboja) e primeiro-ministro do país entre 1976 e 1979, Pol Pot impôs a sua visão do comunismo para o povo do Camboja, sentenciando cidadãos ao trabalho escravo e matando um número estimado de 2 milhões deles no processo. Ele ordenou execuções em massa em locais conhecidos como “campos de morte”, onde os mortos eram despejados em valas comuns.

Depois de fugir para a Tailândia, em 1985, e depois para a China, Pol Pot foi finalmente julgado por um de seus inúmeros assassinatos em 1997. Ele teria morrido de insuficiência cardíaca no ano seguinte, sob prisão domiciliar, mas alguns acreditam que ele cometeu suicídio para evitar ser responsabilizado por suas atrocidades.


5 Nero (37 – 68 d.C.)

O quinto imperador romano, Nero, ficou conhecido por mandar queimar seguidores do cristianismo no seu jardim à noite para criar uma fonte de luz. Nem sua mãe escapou da morte, encomendada por ele mesmo. No ano de 64 d.C., um grande incêndio devastou Roma, e rumores se espalharam de que Nero tinha posto fogo na cidade de propósito para que ele pudesse reconstrui-la em estilo grego, a seu bel-prazer.

Após diversas rebeliões, Nero foi destituído do poder e declarado inimigo público pelo Senado romano. Ele fugiu e se escondeu no sul de Roma. Com o cerco militar se aproximando de seu esconderijo, cometeu suicídio se esfaqueando na garganta em 68.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

As 7 cidades perdidas redescobertas

Os seres humanos tem mania de imaginar o passado como “maior” que o presente; isso porque nos parece que os antigos tinham algum conhecimento que nós perdemos. Tal ideia é reacendida por descobertas arqueológicas esplêndidas de cidades importantes que ninguém sabia que existiam antes. Cidades sempre caíram em desuso por uma variedade de razões, e sem uma população residente, ficaram perdidas na história por séculos até serem redescobertas. Confira essa lista que se concentra em cidades que foram abandonadas, esquecidas e redescobertas mais tarde

1 Pavlopetri – Grécia




ACOMPANH
Sempre que cidades perdidas são discutidas, Atlântida vem à mente. Embora não haja uma forte evidência de que Atlântida realmente existiu, além do conto alegórico de Platão, muitas cidades sofreram o destino suposto de Atlântida: ser engolida pelo mar.

Pavlopetri era uma cidade pré-Grécia Clássica, que foi erguida na Idade da Pedra e persistiu até 1.000 a.C. O local submerso ofereceu aos arqueólogos uma perspectiva única sobre a vida no momento. A cidade foi provavelmente submersa pela elevação dos mares e a subsidência do solo causada por terremotos. Como o nível do mar oscilou muito ao longo da existência humana, é provável que outros locais existam nos oceanos aguardando descoberta.

2 Palácio Cliff – EUA

O povo Pueblo, nativos americanos do sudoeste dos EUA, são nomeados pelas aldeias (Pueblos) que construíram. Embora existam comunidades pueblos ainda hoje, o Anasazi, uma sociedade pluebo antiga, floresceu entre 900 e 1200 d.C.

“Cliff Palace” (Palácio Cliff) foi construído nesta época de ouro dos Anasazi; a maioria dos edifícios é datado de 1.200 d.C. A ocupação do local foi de curta duração e abandonada por volta de 1.300 d.C. Ele permaneceu desconhecido no deserto até 1888.

O nome do local é meio equívoco, já que é mais como uma aldeia do que o que nós entendemos como um palácio. Embora a razão para o abandono da área não seja certo, a teoria amplamente aceita é que a primeira das grandes secas, que tem sido associada ao colapso da idade de ouro Anasazi, interrompeu a agricultura em toda a região.

Akrotiri – Santorini


A civilização minóica de Creta é nomeada em homenagem ao mítico rei Minos, construtor do labirinto. Há pouco material escrito da civilização, então não sabemos como eles chamavam a si mesmos. A civilização inteira foi esquecida até a virada do século 20. Com a descoberta do grande palácio de Cnossos, as glórias dos minóicos foram redescobertas.

Mas, em vez do conhecido Cnossos, nessa lista está um posto avançado dessa civilização, Akrotiri, que fica na ilha de Santorini. Santorini, ou Thera, é a casa do vulcão Thera. Pensa-se agora que a explosão de Thera, por volta de 1.600 a.C., uma das maiores erupções na história, provocou o colapso do império. A descoberta de Akrotiri, em 1967, trouxe à luz frescos excepcionalmente bem preservados, casas de até três andares, e um complexo planejamento. O sistema de abastecimento de água sugere que o povo de Akrotiri tinha acesso a água corrente quente e fria, com a água quente fornecida pelo vulcão que os destruiu.

4 Tikal – Guatemala

O local foi ocupado entre 200 e 900 d.C. Graças à preservação quase perfeita da cidade, se sabe muito sobre a grandeza de Tikal no seu auge, assim como os reis poderosos que governaram lá.

Enquanto o local é, por vezes – como outras ruínas do Novo Mundo – listado como “misteriosamente” abandonado, pesquisas mostram que a terra não poderia suportar o grande número de pessoas reunidas lá. O abandono ocorreu ao longo de vários anos, e a cidade foi deixada para as selvas.

Parece, no entanto, que alguns moradores sabiam da sua existência durante esses anos, e rumores de uma cidade perdida na área persistiram. A primeira expedição organizada a cidade ocorreu em 1848. O que eles encontraram foi um dos maiores sites de sobreviventes do Novo Mundo. Existem pirâmides de até 70 metros de altura, palácios reais, monumentos e uma arena para jogar um jogo de bola maia.

5 Timgad – Argélia

Timgad é a cidade perdida arquetípica das histórias de aventura. No passado uma cidade vibrante, fundada no deserto por ordem do imperador Trajano, sobreviveu às revoltas do império e cresceu a uma cidade de comércio de grande porte.

No século 5, renasceu como um centro da vida cristã. No século 7, vândalos levaram ao completo abandono da cidade. Nisso, as areias do Saara cobriram o local e o preservaram até sua redescoberta, em 1881. Agora, as ruínas da cidade dão um insight brilhante sobre cidades romanas das províncias africanas. As ruas seguem um design perfeito, como seria de esperar de uma cidade construída sob encomenda. Hoje, pode-se ver o arco de Trajano, os locais de banhos e o templo de Júpiter. O templo é tão grande quanto o panteão em Roma, mostrando a importância da cidade. No fórum, lê-se a inscrição: “Para caçar, tomar banho, jogar e rir. Esta é a vida!”.

6 Machu Picchu – Peru

Nenhuma lista de cidades perdidas está completa sem Machu Picchu. Esta cidade inca fica em um pico nos Andes. Foi apenas habitada por um curto período de tempo, de 1450 a 1572 d.C., antes de ser abandonada como resultado da conquista espanhola da América do Sul.

Como os espanhóis nunca encontraram a cidade, e moradores não revelaram a sua localização, Machu Picchu só chamou a atenção do Ocidente no início do século 20. Ainda há debate sobre a “função” de Machu Picchu: seria um retiro real, um santuário religioso?

Hoje, é fácil chegar até lá, com ônibus e trens regulares. Isto levou a preocupações sobre a sustentabilidade de um grande número de visitantes, no entanto, dadas as vistas maravilhosas e as ruínas esplêndidas, não dá pra deixar de ir até a região.

7 Mohenjo-daro – Paquistão


Junto com as civilizações egípcia e mesopotâmica, a civilização do Vale do Indo é considerada uma das mais antigas do mundo. A civilização do Vale do Indo atingiu o seu pico cerca de 2000 a.C., embora seja consideravelmente mais velha.

Ciência, comércio, artesanato, religião e agricultura progrediram notavelmente. A natureza avançada desta civilização pode ser vista em Mohenjo-daro, com as suas ruas ordenadas e sistema de drenagem. Ao contrário de outros locais desta lista, não há palácio ou complexo, ou templo. Isso levou alguns a considerar a civilização do Vale do Indo como igualitária, no entanto sabemos muito pouco das pessoas que viviam em Mohenjo-daro, de modo que tal declaração não é definitiva. A inundação parece ter destruído a cidade, e novas cidades foram construídas diretamente sobre as ruínas. O que causou seu abandono final não é claro, mas ocorreu por volta de 1800 a.C. Mohenjo-daro só foi redescoberta em 1922.

(fonte: hypescience.com)

quinta-feira, 3 de maio de 2012

As 7 invenções que nasceram em períodos de guerra



O temor de um ataque soviético durante a Guerra Fria fez com que cientistas americanos desenvolvessem um rede de comunicação descentralizada, a origem da internet. Para além do sentido bélico, a palavra guerra é sinônimo também de um período de grande criatividade. Foi durante conflitos que o ser humano desenvolveu um grande número de aparelhos e objetos que são usados todos os dias em todo o planeta.
O computador, o leite condensado e o laser são alguns exemplos de invenções que surgiram em momentos nos quais os homens estavam em guerra.

1Internet

O temor de um ataque soviético durante a Guerra Fria fez com que cientistas americanos desenvolvessem uma rede de comunicação descentralizada, a .... Foto: AFP


O temor de um ataque soviético durante a Guerra Fria fez com que cientistas norte-americanos desenvolvessem uma rede de comunicação descentralizada, que permitisse dividir as informações em vários pedaços, chamada ARPANET. Assim, caso um espião da URSS tivesse acesso a informações de uma unidade militar dos EUA, conseguiria apenas um trecho de todo o projeto ou plano.
No início da década de 1990, a rede mundial de computadores acabou se popularizando de forma avassaladora, tornando-se, talvez, a mais importante de todas as invenções tecnológicas já surgidas durante uma guerra.
Segundo dados do Internet World Stats (site americano com estatísticas atualizadas de internet), mais de 40% da América do Sul está conectada ao mundo, totalizando 162 milhões de pessoas. "Creio que o próximo avanço nessa área é o conceito de nuvem, que já está explorado pelo Google. Em um futuro próximo, seus dados e arquivos não ficarão mais no seu computador, fisicamente, mas sim na rede", afirma Cesar De Rose, professor de Ciências da Computação da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.

2Microondas

A maneira com que o forno de microondas foi inventado é um tanto curiosa. Durante a Guerra Fria, um norte-americano que trabalhava na fornecedora militar Raytheon, Percy Spencer, inspecionava válvulas mecânicas usadas em radares e que geram energia, chamadas magnétrons. Depois de algum tempo perto desses equipamentos, Spencer percebeu que um chocolate que carregava no bolso havia derretido. Não demorou muito para que ele criasse um aparelho que aquecesse comida por meio desse princípio, que começou a ser utilizado em 1946.
A Raytheon comprou a ideia e lançou o primeiro microondas, que pesava 340 quilos e custava algo em torno de 2 mil dólares. "A grande maioria dos alimentos contém água, e esse forno gera ondas que são absorvidas pelas moléculas dos alimentos e mais facilmente pelas moléculas de água. É assim que os alimentos são esquentados", explica Sergio Vitorino, professor do departamento de Física da Universidade Federal do Espírito Santo.

3Panela de teflon


Mais uma invenção que surgiu por acaso. Pouco antes de começar a Segunda Guerra Mundial, em 1938, Roy J. Plunket realizava experiências com gases para refrigeração nos Estados Unidos. Dr. Plunket e seu assistente, Jack Rebok, misturaram gases de nomes estranhos como o clorofluorcarbono (CFC) e o tetrafluoretileno (TFE) em busca de alternativas para refrigerar. O experimento não saiu como o planejado e o resultado foi uma substância em que quase nada grudava.
Em 1945, a invenção recebeu o nome de teflon. Os primeiros usuários do novo produto foram os militares americanos, que aplicaram o teflon para revestir tubos e vedações na produção de material radioativo para a primeira bomba atômica. Com o fim da Segunda Guerra, a substância passou a ser usada para os mais diversos fins, como o revestimento de panelas.

4Computador


Outro subproduto da Guerra Fria. Engenheiros da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, desenvolveram em 1946 um aparelho chamado Eniac, para auxiliar nos cálculos de artilharia. A máquina tinha mais de 2 m de altura e ocupava uma área de 15 m por 9 m, e o "modesto" custo de US$ 400 mil. Mal sabiam eles que a invenção invadiria lares e ultrapassaria a marca de um bilhão em 2008, com projeção de chegar a 2 bilhões em 2014!
Segundo o professor de Ciências da Computação da PUCRS Cesar De Rose, "a grande evolução dos computadores ao longo dos anos não se deu em seu tamanho, capacidade ou custo, mas sim de maneira indireta, no software empregado. Pois o potencial dos computadores só é realmente explorado através do software". Ou seja, embora os computadores de 2011 sejam mais baratos, rápidos e portáteis que aqueles verdadeiros "monstros" de décadas passadas, o diferencial mesmo foi a facilidade que os sistemas operacionais foram oferecendo aos seus usuários, permitindo que qualquer pessoa maneje um computador de maneira simples.

5Margarina




Durante a Guerra Franco-Prussiana (1870-1871), o então imperador da França Napoleão III, sobrinho de Napoleão Bonaparte, ofereceu um prêmio para quem conseguisse encontrar um substituto bom e barato para a manteiga, na época um produto caro e escasso.
Segundo a Associação Nacional de Margarina Manufaturada dos Estados Unidos, entidade criada com intuito de auxiliar no consumo moderado do produto, não demorou muito para que Hippolyte Mège-Mouriès, um químico francês, levasse o prêmio, em 1869, ao inventar o oleomargarina, que mais tarde viria a se chamar apenas de margarina.
Com preço mais acessível e sabor razoável, a margarina serviu tanto para abastecer as tropas de Napoleão durante a guerra como para oferecer uma opção de custo barato aos franceses mais pobres.
6Absorvente



Durante a Primeira Guerra Mundial, os militares precisavam de uma forma mais eficaz para cobrir feridas e fazer a bandagem de soldados, ainda mais em um período em que o algodão se tornava escasso. Segundo o Museu da Menstruação de New Carrollton (EUA), no ano de 1914, a companhia norte-americana Kimberly Clark descobriu que a polpa da celulose da madeira poderia virar mais do que simples papel, mas um material cinco vezes mais absorvente que o algodão, e significativamente mais barato, o cellucotton.
Em um tempo em que as mulheres usavam panos e objetos similares para sua menstruação, não demorou muito para as enfermeiras perceberem que o novo papel-absorvente da Kimberly poderia também ser usado com esta finalidade. A empresa redesenhou o produto, transformando-o no absorvente que as mulheres usam hoje.

7Laser



Em meio à guerra tecnológica travada entre norte-americanos e soviéticos durante a Guerra Fria o estudo da luz foi uma obsessão de ambas as partes. Se os americanos deram o primeiro passo, com a criação do maser (um dispositivo similar ao laser, que produz microondas em vez de luz visível, mas não em forma contínua), os soviéticos contra-atacaram com a criação de algo semelhante, mas que permitia a emissão de ondas de forma contínua.
Em 1960, um físico estado-unidense chamado Theodore H. Maiman montou o primeiro laser (cuja sigla em inglês significa Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation, ou seja, Amplificação da Luz por Emissão Estimulada de Radiação). Segundo a professora do departamento de Física do CTC/PUC-Rio, Isabel Cristina dos Santos, "de um modo simplificado, o laser é uma luz amplificada, que tem uma cor só e com comprimento de onda bem definido". Atualmente, o laser é aplicado para diversos fins, como na indústria, na soldagem de carros e na medicina, como em cirurgias ópticas e de remoção de pedra nos rins.

(fonte: humorwx.com)

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Os 7 homens mais inteligentes da história

O Quociente Intelectual médio da humanidade está entre 85 e 120 pontos; William James Sidis, Goethe e Voltaire possuíam valores entre 300 e 190. Os valores de QI mostrados aqui para cada pessoa são o resultado de uma pesquisa de registros históricos: da herança biológica, da infância e juventude e dos feitos desses homens. Este método, amplamente utilizado e respeitado pela comunidade científica, é conhecido como historiometria.


Os 10 homens mais inteligentes da história

1William James Sidis (1898 - 1944) QI=300 - O jovem James podia ler o New York Times quando tinha apenas 18 meses, e aos oito anos falava 8 idiomas além do inglês (latim, grego, francês, russo, alemão, hebreu, turco, e armênio), e aos 7 anos inventou um, o Vendergood. Na idade adulta, foi estimado que ele pudesse falar mais de 40 idiomas, e aprender uma língua nova em uma semana. Faleceu em 17 de julho de 1944 aos 46 anos de uma hemorragia cerebral. Seu pai havia morrido da mesma maneira em 1923, aos 56 anos..

Os 10 homens mais inteligentes da história

2Johann Wolfgang von Goethe (1749-1832) QI=210 - Novelista, dramaturgo, poeta, cientista, geólogo, botánico, anatomista, físico, historiador de ciências, pintor, arquiteto, desenhista, economista, filósofo humanista e, durante dez anos, servidor público do Estado alemão de Weimar.

Os 10 homens mais inteligentes da história

3Voltaire (1694-1778) QI=190 Escritor e filósofo francês que figura como um dos principais representantes do Iluminismo. Ele foi um defensor aberto da reforma social apesar das rígidas leis de censura e severas punições para quem as quebrasse. Um polemista satírico, ele frequentemente usou suas obras para criticar a Igreja Católica e as instituições francesas do seu tempo.

Os 10 homens mais inteligentes da história

4Isaac Newton (1643-1727) QI=190 - Físico, filósofo, inventor, alquimista e matemático inglês, autor dos Philosophiae naturalis principia mathematica, mais conhecidos como os "Principia", onde descreveu a lei de gravitação universal e estabeleceu as bases da mecânica clássica, mediante as leis que levam seu nome.

Os 10 homens mais inteligentes da história

5Galileu Galilei (1564-1642) QI=185 - Astrônomo, filósofo, matemático e físico que esteve relacionado estreitamente com a revolução científica. Eminente homem do Renascimento, mostrou interesse por quase todas as ciências e artes ( música, literatura, pintura). Seus êxitos incluem a melhora do telescópio, grande variedade de observações astronômicas, a primeira lei do movimento.

Os 10 homens mais inteligentes da história

6Leonardo da Vinci (1452-1519) QI=180 - Foi arquiteto, escultor, pintor, inventor, músico, engenheiro. Humanista italiano, considerado como um dos maiores pintores de todos os tempos e talvez a pessoa com os mais variados talentos da história.

Os 10 homens mais inteligentes da história

7René Descartes (1596-1650) QI=180 - Filósofo, matemático e cientista francês. É considerado como o pioneiro da Filosofia Moderna e um dos pensadores mais importantes e influentes da História do Pensamento Ocidental. Em 1935 decidiu-se em sua honra chamar de "Descartes" uma cratera lunar.

(fonte: mdig.com.br)

quarta-feira, 18 de abril de 2012

As 7 igrejas mais famosas da Itália

A Itália possui um número exagerado de igrejas por todos os lados. Antigamente, as igrejas eram erguidas, dentre outros motivos, como forma de louvor e agradecimento por uma batalha vencida, uma epidemia erradicada, um presente à comunidade. Assim sendo, igrejas na Itália é o que não faltam.
1 Basilica di San Pietro, Roma
Basilica di San Pietro, Roma
O interior da famosa basílica do país guarda a Pietà, de Michelangelo.

2 Chiesa del Gesù, Roma
Chiesa del Gesù, Roma
Concebida em 1551 por Inácio de Loyola, é decorada com pinturas ilusionistas de efeitos tridimensionais.

3 Duomo, Florença
Duomo, Florença
Com fachada de mármore rosa, verde e branco, é o reflexo da genialidade renascentista.

4 Duomo, Milão
Duomo, Milão
Uma das maiores igrejas góticas do mundo, foi iniciado em 1386 e levou cinco séculos para ficar pronto. É uma impressionante montanha de mármore.
5 Basilica di Sant’Antonio, Pádua
Basilica di Sant’Antonio, Pádua
Começou a ser construída em 1232, um ano após a morte de Santo Antônio. Na cripta estão os restos mortais.

6 Basilica di San Francesco, Assis
Basilica di San Francesco, Assis
Foi um dos primeiros exemplos do gótico na Itália, no século 13. Tem belos afrescos de Giotto.
7 Cattedrale, Pisa
Cattedrale, Pisa
A fachada de mármore branco com quatro camadas de colunas faz parecer que a catedral é coberta de rendas.

(fonte: fulaninhaentreterimentos)


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Os 7 melhores franco atiradores (Snipers) da História

1. Simo Haya – Morte Branca


Se você já leu a lista “Os 5 soldados da vida real que superaram o Rambo” aqui do blog, provavelmente esperava que ele estivesse no primeiro lugar. Simo Häyä tinha uma vida bem entediante na Finlândia. Ele serviu um ano mandatório no exército, e então se tornou fazendeiro. Mas quando a União Soviética invadiu sua terra natal em 1939, ele decidiu que queria ajudar seu país. E amigo, com certeza foi nesse momento que surgiu a frase: “Mexeram com a pessoa errada”. Já que a maioria das lutas ocorriam nas florestas, ele achou que o melhor jeito de impedir uma invasão era pegar seu rifle de confiança, duas latinhas de comida e esconder-se em uma floresta o dia inteiro, atirando em russos. Sob dois metros de neve. E 20-40 graus abaixo de zero.
É claro que quando os Russos ouviram que dezenas de seus homens estavam sendo apagados, e que era só um cara com um rifle, eles ficaram assustados pra caralho. Ele ficou conhecido como a “Morte Branca” por causa de sua camuflagem branca, e eles chegaram a montar missões inteiras apenas para matar esse único cara. Eles começaram mandando uma força especial para achar Häyä e matá-lo. Ele matou a todos eles. Então eles tentaram juntar um grupo de counter-snipers (que são basicamente snipers que matam snipers) e os mandaram para eliminar Häyä. Ele eliminou todos também.
No decorrer de 100 dias, Häyä havia matado 542 pessoas com seu rifle. Ele derrubou mais 150 com sua metralhadora SMG, mandando sua contagem de corpos para mais de 705, um recorde universal que dificilmente será ultrapassado nessa nossa realidade.Já que todos os homens que eles tinham estavam ou muito assustados (sério, não tinha mais ninguém com coragem o suficiente para montar uma missão contra o garoto), ou muito mortos para chegar perto dele, os russos decidiram simplesmente bombardear todos os lugares onde acharam que ele poderia estar. Supostamente eles acertaram o local, e ele foi atingindo por uma nuvem de fogo que destruiu suas vestimentas e tudo ao seu redor, mas não o matou, por que ele é a maldita Morte Branca, é claro. Finalmente em 6 de Março de 1940, algum bastardo de sorte acertou Häyä na cabeça, com uma bala explosiva. Quando os outros soldados o encontraram e o levaram para a base, ele “tinha perdido metade da cabeça”. A Morte Branca havia finalmente sido abatida …… por mais ou menos uma semana. Apesar de ter sido diagnosticado com um caso severo de síndrome de-tiro-no-meio-da-cara, ele ainda estava bastante vivo e recuperou a consciência em 13 de Março, o mesmo dia em que a guerra acabou, Simo Häyä morreu em 2002, em sua casa, anos depois do seu “acidente”.
Alguns “detalhes” deixam a história dessa maquina mortífera ainda mais interessante. Um deles é o fato de ele não usar mira de atirador de elite. Sabe aquelas miras bonitinhas usadas pelos francos atirados? Simon não usava! Primeiro porque aquilo iria identificar sua posição, segundo porque ele era fodão demais para ficar usado esses apetrechos de auxilio. Outro detalhe que assusta é o fato que depois de bombardeado, Haya continuou a detonar com os russos mesmo completamente ferido, sem fazer curativos e com as roupas esfarrapadas, num frio desgraçado que faria qualquer um congelar mesmo com o casaco mais grosso e impermeável possível.
Enfim, pelo conjunto de habilidades como atirador e seu desempenho fora do comum, Simon Haya, o Morte Branca, ocupa a primeira e merecida posição.

2. Carlos Hathcock


Mesmo que ele não possuindo os registros de mais mortes confirmadas ou maior tiro, a lenda Carlos Hathcock perdura. Ele é o Elvis de atiradores de elite, o Yoda do Exercito Americano. Hathcock, às vezes chamado de White Feather (Pena Branca) por causa da pena que ele usava no chapéu, entrou para a Marinha aos 17 anos. Não levou o corpo naval perceber que o garoto pobre e maltrapilho do Arkansas foi um talentoso atirador. Ele conseguiu o posto de atirador de elite, ainda no acampamento e começou a ganhar competições de tiro de prestígio quase que imediatamente. Mas os militares tinham mais em mente para Hathcock do que apenas ganhar taças, e assim ele foi enviado para o Vietnã, em 1966.
Hathcock voluntariou para isso e em muitas missões, de acordo com o Los Angeles Times , os comandantes tinham de restringir-lhe “cotas” para fazê-lo descansar. Ele era o melhor. Hathcock teve 93 mortes confirmadas durante os dois turnos de vigilância, o número real pode ser maior. Com as “não confirmadas” Hathcock provavelmente ultrapassa as 100. No entanto, sua fama começou a atrapalhar, pois o odio pelo do seu inimigo era tanto que havia no Vietnã , uma recompensa equivalente a 30.000 dólares por sua cabeça. No final, nenhum sniper recompensa ou inimigo conseguiu derrubar Carlos Hathcock. Uma das histórias sobre Carlos diz que, certa vez ele cobriu 2km de terreno com grama durante quatro dias sem se alimentar e beber água direito. A área estava coberta de patrulhas, tanto que um vietcong pisou na sua perna (mas não sobreviveu tempo suficiente para gritar). Abateu um general vietcong a 800m e teve que fugir dos vietcongs que os procuravam. Na fuga derrubou mais um pelotão até conseguir um abrigo consideravelmente seguro. Ele morreu em 1999, aos 57 anos, abatido após uma batalha com esclerose múltipla.

3. Adelbert F. Waldron III



O franco atirador Sargento. Adelbert F. Waldron III foi um que obteve maior destaque entre as lendas estadunidenses como Carlos Hathcock e Benjamin Charles “Chuck” Mawhinney. Ele é um dos atiradores mais bem sucedidos dos EUA, com 109 mortes confirmadas. Atiradores de elite no Vietnã , comandados pelo coronel Michael Lee Lanning, descrevem o quão bom Waldron foi: “Uma tarde, ele estava andando ao longo do rio Mekong em um barco Tango quando um sniper inimigo em terra atirou contra o barco. Enquanto toda a gente a bordo se esforçava para encontrar o sniper, ou um lugar para se proteger, o sargento Waldron pegou seu rifle sniper e derrubou o Vietcong do topo de um coqueiro à 900 metros do barco com um único tiro (isso partir de uma plataforma em movimento). Essa foi a demonstração mais impressionante da capacidade dos nossos melhores sniper. ” Waldron é uma das poucas pessoas que foi condecorado com a “Distinguished Service Cross” duas vezes. Ele morreu em 1995 e está enterrado na Califórnia.

4. Francis Pegahmagabow


Cabo Francis Pegahmagabow, (Março 9, 1891 – Agosto 5, 1952) era um aboriginal e um soldado decorado pelas mais alta honrarias por bravura dentro da História militar canadense, talvez, o mais eficaz sniper da I Guerra Mundial. Ganhou três vezes essa Medalha militar. É creditado como responsável pela morte de até 378 alemães e por capturar mais 300. Suas condecorações são apenas inferiores ao respeito que o mesmo possuía no exercito. Ele era aquele individuo que chegava em determinado acampamento militar e todo mundo ficava olhando e suando frio. Seus feitos ultrapassaram fronteiras e os inimigos temiam encontrar com Francis no campo de batalha. No entanto, a vida militar não foi assim tão simples como parece. Foi ferido gravemente, duas vezes. Mesmo asssim, dado o tempo necessário para recuperação, Pegahmagabow estava novamente na linha de ataque ou entrincheirado nos campos de batalha. Enquanto os demais eram mandados embora, ou direcionados para outras funções, Francis colocava seus curativos, pegava o fuzil e voltava para batalha, parecendo um múmia, entretanto mais furioso que nunca. E não deve ser nada legal ver um cara desses furioso (pelo menos se você é o inimigo dele)

5. Lyudmila Pavlichenko


Em 12 de julho de 1916, uma garota nasceu na Ucrânia na pequena vila de Belaya Tserkov. Ela se tornou uma estudante brilhante nos primeiros anos de estudo. Quando ela estava com 14 anos, seus pais se mudaram para Kiev, a capital do país. Neste período ela passou a participar de um clube de tiro e se tornou uma boa atiradora. Ela também trabalhou em um depósito de armas e munições. Seu nome era Lyudmila Mikhlailovna Pavlichenko que se tornou a maior mulher sniper que já viveu.
Em junho de 1941, os alemães lançaram a Operação Barbarossa atacando a União Soviética. Lyudmila estava estudando na Universidade de Kiev. Ela estava com 24 anos e se formando em História. Muitos dos estudantes russos apressaram-se em se. Lyudmila era um garota muito bonita. Quando ela se recrutou ela pediu para se juntar a infantaria e utilizar um rifle. O responsável pelo alistamento riu. Então ela mostrou um certificado de franco-atirador para provar que ela falava sério. Ele tentou dissuadí-la para tornar-se uma enfermeira, mas ela recusou. Ela recrutou-se na 25ª Divisão de Infantaria. Ela se tornou uma das duas mil mulheres snipers soviéticas das quais somente 500 sobreviveram a guerra. Como sniper, as duas primeiras mortes foram registradas próximas a Belyayevka. Seu rifle era um rifle Mosin Nagent com uma mira P.E. 4-power. O Mosin-Nagent era um rifle de 5 tiros. Ele disparava uma bala de 148 gr a uma velocidade de 853 m/s. Era muito útil para alvos a mais de 550 m. Pavlichenko lutou cerca de dois meses e meio próximo a Odessa. Lá, ela registrou 187 mortes. Os alemães tomaram controle de Odessa e a unidade dela foi direcionada a Svastopool na Península da Criméa. Em junho de 1942 ela foi ferida por um tiro de morteiro. Em maio de 1942, a tenente Pavlichenko foi citada pelo Conselho do Exército Vermelho por ter matado 257 alemães. O número total de mortes confirmadas de Pavlichenko durante a segunda guerra é de 309. Ludmila matou 36 snipers inimigos. Ela encontrou um livro de memórias de um sniper alemão que ela matou. Ele havia matado mais de 500 soldados soviéticos.Lyudmila considerada uma heroína, menos de um mês depois de ser ferida foi retirada de combate. Ela foi enviada ao Canadá e aos Estados Unidos. Ela se tornou a primeira cidadã soviética a ser recebida pelo presidente dos EUA. O presidente Roosevelt e sua esposa a receberam na Casa Branca. Lyudmila foi convidada por Eleanor Roosevelt a viajar pela América relatando suas experiências. Antes, ela foi condvidada a comparecer a Assembléia Internacional de Estudantes que estava acontecendo em Washington, onde ela foi recebida como heroína. Mais tarde ela participou de encontros e conferências em Nova York. No Canadá, ela foi presenteada com um rifle Winchester com mira ótica, o que está a mostra no Museu Central das Forças Armadas em Moscou. Quando ela estava voltando para a União Soviética, ela ganhou uma pistola Colt semi-automática. Ela foi promovida a Major, nunca retornou a vida militar e tornou-se uma instrutora de tiro. Ela treinou centenas de snipers soviéticos até o fim de guerra. Em 1943, ela recebeu a Estrela de Ouro (Gold Star), título de Herói da União Soviética. Lyudmila retornou a Universidade de Kiev. De 1945 a 1953, ela foi pesquisadora assistente da marinha soviética. Ela também esteve envolvida em numerosas conferências e congressos internacionais. Ela era ativa no Comitê soviético de Veteranos de Guerra.Lyudmila Pavlichenko morreu em 10 de outubro de 1974 aos 58 anos e está enterrada no Cemitério Novodevichiye em Moscou.

6. Vasily Zaytsev


Vários dos snipers no nosso top 10 foram retratados em filmes, ou tinham personagens baseados neles, mas nenhuma é mais famosoque Vasily Zaytsev, cujo registro foi a base do filme de 2001 “Enemy at the Gates” (conhecido pelo brasileiros como “Circulo de Fogo”) . Você sabe que você deixou sua marca na história, quando um ator famoso de boa aparência, como Jude Law, o interpreta em um filme sobre sua vida. Pena que boa parte do filme seja ficção, como o duelo com o atirador alemão demonstrado durante as cenas pesadas que, segundo estudiosos, não existiu.Porém o registro de Vasily fala por si: 149 mortes confirmadas, contudo, o número pode ultrapassar os 400, visto as mortes não confirmadas que o comandante de Zaytsev alega ter acontecido. O engraçado dessa história é que Vasily não tinha respeito algum antes de ir para guerra. Não era reconhecido por suas habilidades com o rifle e nem como um soldado excepcional. Quando chegou na investida contra os nazistas, Zaytsev sequer recebeu um rifle. Foi para o meio do fogo cruzado sem armamento, recebendo apenas um pente com cinco balas. Por sorte ele acha um fuzil e mata cinco alemães com cinco tiros. Depois disso amigo, o inferno começou porque Zaytsev dificilmente errava um tiro. Mesmo em combates pesados, onde os russos encontravam-se em desvantagem, o sniper sozinho derrubava mais da metade do que o total feito pelo pelotão inteiro. Então dá para imaginar um sujeito desses com o rifle na mão.

7. Chuck Mawhinney


Nem sua esposa sabia que Chuck Mawhinney foi um dos atiradores que estavam no topo da elite do exercito dos EUA, pertencendo ao Corpo de Fuzileiros Navais que encararam o Vietnã, antes que um amigo escrevesse um livro destacando serviço de Mawhinney. No livro, estava escrito: “…trouxe à luz, o registro de Mawhinney com 103 mortes confirmadas no Vietnã e com 213 nas demais missões confirmadas. É um recorde macabro, que Mawhinney não estava com pressa para reclamar, achando que ninguém estaria interessado.” Mawhinney deixou o Vietnã em 1969, após 16 meses, como um franco-atirador. Após um breve período como instrutor de fuzil em Camp Pendleton, Mawhinney deixou a Marinha e voltou para sua casa em Oregon. “Eu apenas fiz o que fui treinado para fazer”, disse a Standard . “Eu estava no país há muito tempo, em uma zona quente. Eu não fiz nada de especial.” Sim, certo. Você faz jus ao seu nome, Chuck. Mas um pouco e você se torna “Norris” também.

(fonte: queroaverdade)